Diogo Bach | 2012

Diogo Bach | 2012


Após culminar o seu percurso na EDSAE com o 8º grau da Trinity College London, seguiu a sua formação para a Escola de Música do Conservatório Nacional, onde fez o Curso de Canto na classe do prof. António Wagner Diniz, e, mais tarde, para a Escola Superior de Teatro e Cinema, onde fez Mestrado em Teatro, especialização em Artes Performativas (Teatro Música).

Musicalmente, continuou a integrar, até 2013, o coro Jovens Vozes de Lisboa, onde foi dirigido por Nuno Margarido Lopes, Francisco Sassetti, Paulo Vassalo Lourenço e pela soprano Helena Vieira, com quem tinha iniciado técnica vocal. Como coralista das JVL, atuou em alguns dos mais prestigiados locais do país – Grande Auditório do Centro Cultural Olga do Cadaval, Assembleia da República, Grande Auditório da Culturgest, Campo Pequeno, Mosteiro dos Jerónimos, Teatro Nacional de São Carlos, Festival ao Largo (representando o TNSC), Aula Magna, Museu EDP, Centro Cultural de Cascais – e colaborou com artistas de renome como, Helena Vieira, Ana Paula Russo, Maria Luísa de Freitas, Bernardo Sassetti, João Grosso, Rita Ribeiro, Nuno da Câmara Pereira, Ricardo Soler e Moullinex. Participou, também, nas edições de 2013 e 2014 dos Concertos Participativos da Fundação Calouste Gulbenkian, dirigidos por Paul McCreesh.

No Teatro, estreou-se profissionalmente em 2012 no musical infantil A Estrela, no Teatro Maria Vitória. Trabalhou com Rita Ribeiro, Ricardo Gajeiro, Sofia Ângelo, Ruben Saints, Ana Borralho & João Galante, Carlos J. Pessoa, Claudio Hochman, Fernando Gomes, entre outros, e mantém, atualmente, atividade regular com as companhias do Teatro de Carnide e do Teatro Infantil de Lisboa. Em 2016 ganhou o prémio de Melhor Interpretação Masculina no Concurso Nacional de Teatro, pela participação na peça O Bicho do Teatro, de Sofia Ângelo.

Comentário

A EDSAE representou uma viragem na minha vida. Fui para a EDSAE pelo meu gosto por Teatro Musical, pela completude do género, para continuar a explorar valências e me desenvolver como performer, visto que tinha uma formação mais ligada à música e queria mais. Não só conheci pessoas e professores fantásticos, como me conheci melhor e reconheci coisas que precisava, definitivamente, continuar a fazer para a vida – cantar e representar. Permitiu-me começar a trabalhar profissionalmente, pois fi-lo ainda antes de terminar o meu último ano na escola, e foi mais uma fase enriquecedora e ambicionada que se iniciou com a ajuda da EDSAE. A EDSAE cumpriu o seu papel de Escola, representando uma fase de descoberta, de treino, e contribuindo para uma grande parte da minha base de trabalho. Por tudo isso, trago-a sempre comigo para palco e lembro-a sempre com carinho.